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Resenha:
“O nosso mundo é constituído de pessoas com quem nos relacionamos. Nossos relacionamentos de nem como vivemos e, em nossos modos particulares de viver, como e com que gastamos tempo e energia. Essas relações nos trazem as mais maravilhosas experiências, mas também são as nossas maiores fontes de sofrimento. Como repensar o comportamento humano é um convite para aprender novas formas de olhar para tudo isso. Com este livro, você aprenderá uma nova maneira de pensar nossos contextos: os modos de compartilhar e trocar diversos recursos (materiais e simbólicos), bem como as estratégias que constroem as relações humanas.
A obra reúne 31 habilidades de observação contextual com exemplos detalhados e dicas, além de aprofundamentos em cinco contextos principais, de nidores de nossas experiências: social, econômico, de oportunidades, histórico e cultural. O livro traz ainda uma proposta inovadora para análise de linguagem e pensamentos que nos leva, de modo instigante, a considerar as dimensões contextuais desses comportamentos”
Sumário
Prévia Prefácio
A chegada deste livro não poderia ocorrer em melhor hora. Ainda que a necessária discussão sobre a literacia científica seja um tema tradicional, com pesquisa científica multi e transdisciplinar, o assunto se tornou agudo em razão da pandemia da Covid-19. Minha esperança é que se torne um tema crônico, conversado e debatido anteriormente à entrada no ensino superior, abordado sistematicamente ao longo de toda a formação universitária. Faço esta análise em um panorama geral, considerando a necessária qualificação do debate público a respeito de temas que exigem cooperação em muitos níveis, como o combate a uma pandemia ou o enfrentamento do aquecimento global. Tais assuntos escancaram a necessidade de o público compreender as orientações científicas, o que requer um mínimo de literacia científica. Argumento que este livro chegou em muito boa hora, pois há indícios, que talvez possam ser mais uma consequência da pandemia da Covid-19, de aumento de interesse no tema. A discussão, que parece ter se intensificado nas redes sociais, sobre psicologia baseada em evidências (PBE) culminou na realização de um primeiro encontro brasileiro, em maio de 2022.
Por: Ronaldo Pilati Doutor em Psicologia e professor de Psicologia Social da Universidade de Brasília (UnB)

