Quando a sensorialidade rege nosso comportamento, não ultrapassamos certos limites. Mas quando nos libertamos, a mente alarga-se para uma nova dimensão de realidade. Assim, surge o homem novo, cuja expressão aponta para a conscientização. Este não é o homem do neoliberalismo, do pós-modernismo ou da ultratecnologia. É o homem de sempre, que retoma uma via ancestral de reencontro espiritual.
